Montadora é eleita a preferida em veículos leves, médios e semipesados pelos transportadores associados ao SETCERGS
A Mercedes-Benz do Brasil venceu três categorias do Prêmio Preferência do Transporte e Logística do Rio Grande do Sul 2026: Montadora de Veículo Leve, Montadora de Veículo Médio e Montadora de Veículo Semipesado. O resultado foi anunciado no início de agosto, em Porto Alegre, durante a celebração dos 67 anos do SETCERGS (Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul).
A premiação reúne 20 categorias e é decidida por votação direta dos transportadores associados à entidade, que avaliam critérios como qualidade, inovação e confiabilidade das marcas com as quais trabalham no dia a dia.
O que pesa na escolha, segundo a marca
Para Jefferson Ferrarez, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil, as três vitórias se somam a outro reconhecimento recente da marca no Estado. "Essas vitórias do Prêmio Preferência do Transporte e Logística do Rio Grande do Sul, assim como o recentemente conquistado 'Top of Mind RS – As Marcas do Rio Grande' de 2026 do Grupo Amanhã, representam um importante reconhecimento à forte atuação e ao comprometimento da Mercedes-Benz com os clientes do estado e da região", afirma o executivo. Segundo ele, a marca mantém um escritório regional em Porto Alegre, além da rede de concessionárias já instalada no Estado, para acompanhar as demandas dos clientes locais.
"É uma honra alcançar o reconhecimento dos próprios transportadores, que atestam assim o valor dos nossos caminhões no dia a dia de suas operações e a força da nossa marca num setor altamente profissionalizado e competitivo", diz Fernando Michetti, gerente sênior de Vendas Região Sul da Mercedes-Benz do Brasil.
Accelo e Atego lideram as categorias premiadas
Nas três categorias reconhecidas pelo prêmio, a Mercedes-Benz atua principalmente com as famílias Accelo, de caminhões leves e médios, e Atego, que cobre modelos médios e semipesados (a família Atego também tem versões para uso extrapesado fora de estrada). O portfólio de extrapesados da marca segue com as linhas Axor, para operações rodoviárias, Actros, para uso rodoviário e misto, e Arocs, voltado a operações fora de estrada.
Segundo Ferrarez, os atributos mais citados pelos clientes desses caminhões são força, robustez, eficiência, conforto e segurança para o motorista, além de disponibilidade, tecnologia e economia de combustível. O executivo aponta ainda o TCO, o custo total de operação do caminhão ao longo de toda a sua vida útil, e o valor de revenda como fatores que pesam na decisão de frotistas, transportadores autônomos e motoristas.
Estrutura de pós-venda sustenta a preferência
Parte da avaliação positiva dos transportadores também passa pelos serviços oferecidos em torno dos caminhões. A Mercedes-Benz opera o Fleetboard, sistema de telemetria (tecnologia que rastreia e monitora a frota à distância) usado na gestão de frota, e o MB Uptime, serviço de manutenção preditiva que antecipa problemas antes que eles parem o caminhão na estrada.
A rede soma cerca de 360 pontos de atendimento no país, além do programa de Serviços Dedicados, que leva estrutura de peças e manutenção para dentro das operações dos clientes. Há ainda planos de manutenção preventiva e corretiva, entre eles o Complete Plus, que inclui consultoria de gestão voltada à redução de custos operacionais.
No pós-venda, o cliente encontra quatro linhas de peças (Genuínas, Remanufaturadas Renov, Alliance e Select Parts), o programa de assistência Mercedes-Benz Service 24 horas e o Mercedes Club, de fidelidade. Na parte financeira, a rede conta com Banco Mercedes-Benz, Mercedes-Benz Locações de Caminhões, Consórcio Mercedes-Benz e a SelecTrucks, para seminovos.
"Ao desenvolver e ampliar constantemente o abrangente portfólio de peças e serviços, nosso objetivo é que os clientes encontrem tudo o que precisam com a Mercedes-Benz", afirma Ferrarez.
Segundo ele, a estratégia da marca é aumentar eficiência, produtividade e disponibilidade dos veículos, reduzindo custos operacionais e contribuindo para a rentabilidade do transportador.
Foto: Divulgação
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